Por :Carmen Renate StummRaiman RU 1353397
Vanessa Aparecida Nilsson Paulus RU 723428
Polo – São Miguel do Oeste
Data : 14/08/2017
Como a tecnologia em sala de aula ajuda na inclusão escolar?


O século XXI necessita de ajustes, para que as crianças e os jovens deficientes tenham o ajuste pedagógico necessário nas instituições escolares, para que os mesmos possam crescer intelectualmente. Sendo assim, as diferenças devem ser valorizadas para que a inclusão escolar fortaleça o conceito de cidadania na educação.
Todos os alunos têm o direito a um mundo social e cultural igualitário, e cabe a escola a tarefa de introduzir, não permitindo que ninguém seja excluído do processo. As ferramentas úteis para a escola para com os portadores de necessidades especiais faz com que sejam de fato abolidas as barreiras, e que as ferramentas podem auxiliar o professor a ensinar alunos com deficiência, mais conhecidas como tecnologias assistidas. Sendo implantadas em escolas públicas e privadas do país inteiro, garantindo que as necessidades educacionais especiais estejam no foco de uma escola inclusiva e pensada para os novos tempos.
Num mundo em profundas e aceleradas transformações, a Tecnologia Assistida emerge como uma área do conhecimento e de pesquisa que tem se revelado como um importante horizonte de novas possibilidades para a autonomia e inclusão social dos alunos com deficiência. Na busca de entender e discutir como a “instituição Escola” tem percebido e vivenciado essas possibilidades em suas práticas e processos, principalmente os relacionados com a Educação Inclusiva, esta pesquisa estudou, através de uma abordagem de Estudo de Caso, o processo de apropriação e uso da Tecnologia Assistida por escolas públicas.
Vivemos hoje, o vigoroso desenvolvimento de recursos tecnológicos, em especial aqueles propiciados pela microinformática, os quais representam um espetacular panorama de recursos que podem ser utilizados para escolarização de alunos com as mais variadas necessidades educacionais especiais. As tecnologias de informação e comunicação apresentam-se como promissoras para a implementação e consolidação de um sistema educacional inclusivo, pelas suas possibilidades inesgotáveis de construção de conhecimentos gerais, mas, entretanto, a atuação dos professores no processo de ensino e promoção da educação inclusiva é de suma importância.
O desenvolvimento da educação segundo uma perspectiva inclusiva é, um conceito internacional. Este conceito de educação inclusiva, quando aplicado a outros países com modelos diferentes e em diferentes estágios de desenvolvimento dos seus sistemas educativos, assume significados muito diferentes.
Existem conceitos que enfatizam a ligação á comunidade, outros que realçam a aprendizagem em conjunto e outros ainda que encaram a inclusão como rejeição do insucesso e do abandono escolar, e promovendo a escola universal não discriminatória.
A educação inclusiva tem por objetivo alterar as práticas tradicionais, removendo barreiras á aprendizagem e valorizando a singularidades dos alunos. A inclusão é sempre um processo inacabado de encontrar maneiras melhores de responder á diversidade. Este aspecto realça o caráter evolutivo e permanente da promoção da inclusão. A inclusão ia respeito a identificação e remoção de barreiras. A função da educação inclusiva é recolher e relacionar informações de fontes diversas para planear melhores praticas, estimular a criatividade e a resolução de problemas de forma a eliminar barreiras a aprendizagem., refere-se á presença, participação e sucesso de todos os alunos. A educação inclusiva não respeita só o acesso mas promove a participação de todos os alunos.
A inclusão implica uma ênfase particular nos grupos de alunos que se encontram em risco de marginalização, exclusão ou insucesso.
O termo qualidade de ensino é largamente usado em educação, ao longo da historia da educação, qualidade tem assumido diferentes conceitos e significados. O que se considerava qualidade há 30 anos não é certamente o que se considera hoje. Mas recentemente a utilização das tecnologias de informação e comunicação tem sido considerada um fator de qualidade educativa.
A diversidade dos contextos educativos é tão grande que parece difícil falar de qualidade em termos absolutos e essenciais; teremos que certamente nos referir á qualidade enquanto valor relativo resultante da interação do processo educativo com diferentes condições do meio. A qualidade não é um termo que tenha um valor normativo absoluto.
Os indicadores que selecionam as formas e os momentos em que se avalia a qualidade são decisões politicas e socialmente construídas em função dos objetivos que se deseja alcançar num determinado contexto.
 A inclusão deve ser considerada como um dos fatores que atualmente se tem que valorizar em termos de aferição da qualidade de um sistema educativo. Sobre a relação entre a inclusão e qualidade é preciso manter a tensão entre a qualidade e a equidade principalmente num período em que a situação econômica tende a valorizar a ‘qualidade total’ em lugar da ‘qualidade para todos’. O certo é que o termo qualidade tem sido mais associado a sistemas educacionais seletivos do que á sistemas mais universais e inclusivos.
Em meados de 2008, ano em que surgiu o primeiro IPHONE, Ronaldo Tenório engavetou uma boa ideia, ele queria pretendia criar uma plataforma de tradução simultânea pra libras. -“fiz um projeto, apresentei e acharam meio louco, um dia eu consigo, mas não sabia nem como, quatro anos depois já como app, surgia o Hand Talk”.
Desde sua criação, o aplicativo vem colecionando medalhas, como o premio de melhor app do mundo segundo a ONU.
Quando começaram a delinear os planos e validar a ideia com surdos e seus familiares, o grupo percebeu que o montante do trabalho era muito maior do que se imaginava.
O Hand Talk se encaixava no segmento tecnologia assistiva, em que ficam as tecnologias que contribuem para oferecer ou ampliar as habilidades de pessoas com deficiências, auxiliar com uma solução pratica fácil e gratuita os milhões de brasileiros que não escutam.

Um primeiro grande desafio foi alinhar uma língua visual ao software de tradução: gestos, expressões faciais e corporais são indissociáveis da comunicação em libras. Outro foi a expectativa crescente da comunicação de surdos, que percebeu de pressa que aquilo podia mudar a forma que se relacionavam uns aos outros.

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